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sexta-feira, 27 de maio de 2016

Novo regime de carta de condução por pontos


É já no próximo dia 1 de Junho que entra em vigor a CARTA POR PONTOS. Um novo sistema que pretende promover a adopção de comportamentos mais seguros e responsáveis na condução.






Como funciona ?

A cada condutor são atribuidos 12 pontos.
Se ficar sem esses mesmos 12 pontos, ficará sem carta. E se quiser voltar a tirá-la, terá de aguardar 2 anos e suportar os custos.

Como se perdem os pontos ?

CRIMES RODOVIÁRIOS - Menos 6 pontos

CONTRAORDENAÇÕES MUITO GRAVES - Menos 5 pontos
Nestas estão englobadas as seguintes:

- Condução sob a influência do álcool (0,8 - 1,2 g/l) ou substâncias psicotrópicas
- Excesso de velocidade dentro das zonas de coexistência
- Restantes contraordenações muito graves - Menos 4 pontos

CONTRAORDENAÇÕES GRAVES - Menos 3 pontos
Nestas estão englobadas as seguintes:

- Condução sob a influência do álcool (0,5 - 0,8 g/l)
- Excesso de velocidade dentro das zonas de coexistência
- Ultrapassagem imediatamente antes e nas passagens para peões ou velocípedes
- Restantes contraordenações graves - Menos 2 pontos

E como se ganham pontos ?

No final de cada período de 3 anos, se não tiver contraordenações graves, muito graves ou crimes rodoviários, ganha 3 pontos
A cada período de revalidação da carta, sem crimes rodoviários e se o condutor frequentar ação de formação de forma voluntária, ganha 1 ponto
... tudo isto até a um máximo de 15 pontos

Assim sendo, se praticar uma contraordenação grave ou muito grave, para além da correspondente coima e eventual inibição temporária de conduzir, também perderá pontos.

Como posso informar-me sobre o meu cadastro ?

Para saber os pontos que tem, deverá registar-se no Portal de Contraordenações Rodoviárias (https://portalcontraordenacoes.ansr.pt/)
e mediante esse registo, todo o condutor poderá ter acesso ao seu cadastro

Para informações mais detalhadas vá a - www.ansr.pt







quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Seguro Multirriscos Condomínio




Sabia que o seguro contra o risco de incêndio é obrigatório, quer quanto às fracções autónomas, quer quanto às partes comuns (cfr. art.º 1429.º, n.º 1, do Código Civil) ?

E será que o seu prédio se encontra legalmente seguro?

Se o que necessita é de :

- Garantir a cobertura de INCÊNDIO, em todo o edifício;
- Garantir, também, a cobertura das partes comuns do imóvel;
Tudo isto reduzindo o prémio a pagar ao mínimo possível,
... então esta é, possivelmente, a solução !

Por apenas 354,38 eur /ano*, poderá ter um seguro de Condomínio e Partes Comuns.

Este seguro de Condomínio e Partes Comuns garante a cobertura obrigatória por lei (cfr. artº 1429.º, nº 1, do código civil) - INCÊNDIO - para todo o condomínio, bem como possui outras coberturas apenas para as partes comuns (exemplo: Aluimento de Terras, Danos por Água, Inundações, etc...).

Não hesite em contactar-me, mesmo que esta não seja a opção que mais se adequa ao prédio que administra.
Por certo poderei apresentar-lhe outra solução que irá ao encontro daquilo que necessita.


*Exemplo para um edifício de habitação, construído no ano 2000, localizado no concelho de Lisboa e com um valor total de reconstrução de 1.500.000,00 eur

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Seguro de Saúde Sénior



O desenvolvimento de soluções específicas para o mercado sénior é uma realidade em várias áreas, nomeadamente nos seguros. Tal facto tem levado à crescente procura de soluções, desde logo no âmbito do seguro de saúde, porquanto:

- Há muitas pessoas com Seguro de Saúde Grupo pago pelas empresas, mas quando se verifica a saída, por idade de reforma, deixam de ter esse benefício. Donde decorre a necessidade de encontrar uma solução;

- No seguro de saúde individual também há uma procura crescente, dado que o limite de permanência encontra-se fixado numa idade que ronda os 70 anos;

- Mais recentemente, há a crescente procura de resposta por parte de estrangeiros, com mais idade, que têm vindo a aderir ao regime de Residentes Não Habituais e pretendem soluções também na área do seguro de saúde.

Neste enquadramento a possibilidade de resposta que existia no mercado, era através dos Cartões de Saúde, que não são mais que a oferta de serviços de saúde e bem-estar a preços mais competitivos através da apresentação de um cartão.

Atentos a esta procura sénior, a Groupama acaba de lançar no mercado um seguro específico: o Saúde Sénior Ativo

Para uma idade mínima de adesão de 55 anos e máxima de 74 anos - sem idade limite de permanência - este poderá ser o seguro que procurava !

Para que tenha com uma ideia mais concreta, aqui fica tabela com Coberturas e Capitais:




quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Custos com sinistros sobem 7% e superam os 604 milhões de euros


Segundo a associação do setor, os custos das seguradoras com os acidentes rodoviários subiram mais de 7%, representando um montante mensal superior a 86 milhões de euros, até Julho.



Com o aumento da sinistralidade que se está a evidenciar, o custo com os sinistros automóveis está também a disparar. 

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) indica que até Julho foram despendidos 604,4 milhões de euros em acidentes de viação, quando no período homólogo do ano passado esse valor tinha sido de 563,7 milhões de euros, um aumento de 7,2%. 

Em termos médios, por mês, este ano estão a ser pagos 86,3 milhões de euros devido a acidentes de viação. Por seu lado o valor dos prémios adquiridos pelas seguradoras (ou seja, os valores que as pessoas pagam pelos seus seguros e que portanto são os valores que as seguradoras recebem) foi de 893,2 milhões de euros o que está em linha com os 894,6 milhões de euros encaixados até Julho de 2014. 

"A Prevenção Rodoviária Portuguesa já avançou com uma possível causa deste fenómeno [crescimento dos sinistros automóveis] que é o uso do telemóvel enquanto se conduz, além de uma maior utilização dos veículos depois de alguns anos de maior restrição por força da situação económica. O mesmo é válido aliás para os aumentos  de acidentes de trabalho. Acabam por ser uma consequência da retoma económica", aponta Pedro Seixas Vale, presidente da APS, em declarações à comunicação social.

Apesar deste aumento de custos, as seguradoras não têm, pelo menos por enquanto, em cima da mesa uma eventual mexida nos prémios das apólices.


artigo de 10/09/2015, retirado da revista Auto Hoje, edição nº1348

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A sua casa está protegida contra fenómenos sísmicos?

Há muito que os portugueses sabem que a probabilidade de o país sofrer um abalo sísmico é elevada, mas nem por isso subscrevem em massa a cobertura de fenómenos sísmicos no âmbito do seguro para a sua habitação. E em caso de sinistro, Portugal continua sem dispor de um Fundo Sísmico.



O seguro da sua casa protege-a em caso de ocorrência de terramoto? A pergunta pode parecer-lhe algo despropositada, mas não é. Provavelmente será um dos muitos portugueses que não tem a sua casa protegida contra fenómenos sísmicos e é bem possível que nem sequer tenha pensado muito nisso quando subscreveu uma apólice multirriscos habitação, deixando a sua casa protegida contra várias ocorrências. A cobertura contra incêndios é legalmente obrigatória em Portugal, mas grande parte dos proprietários de um imóvel manifestam-se preocupados com a exposição do seu lar a outros riscos, onde se destacam, geralmente, as inundações, os incidentes elétricos e os roubos. E subscrevem, por isso, coberturas adicionais para ampliar a proteção daquele que é, em muitos casos, o bem mais valioso do património conquistado ao longo de uma vida. 

No interior da habitação, móveis, eletrodomésticos, obras de arte, joias e equipamentos eletrónicos merecem também uma preocupação acrescida, que se traduz já na subscrição de coberturas próprias de recheio de habitação, garantindo o pagamento de indemnizações em caso de dano sofrido nesse património. Mas… e se um abalo sísmico deitar tudo por terra?

Mais de 8 mil pessoas terão sido afetadas por um sismo de grau 8.3 na escala de Richter registado na primeira noite deste mês no norte do Chile. O terramoto provocou ondas de 1,8 metros de altura e chegou a ser emitido um alerta de tsunami. Os abalos sísmicos sucedem-se um pouco por todo o mundo e há países que são violentamente sacudidos mais do que uma vez na mesma década. Na memória de muitos estão ainda as dramáticas imagens chegadas do Haiti, em 2010, quando milhares de pessoas perderam a vida na sequência de um terramoto de dimensões avassaladoras. Portugal conta na sua história com o incomparável terramoto de 1755, que destruiu grande parte da capital, mas desde então os abalos sísmicos sentidos não provocaram danos consideráveis. Mas Portugal sabe que duas falhas sísmicas atravessam o seu território, uma na região da Grande Lisboa, outra no Algarve, deixando o país exposto a um elevado grau de risco de ocorrência de terramoto. Grande parte dos portugueses sabe disso. Mas nem todos pensam em proteger as suas casas contra esse risco. E nem a crise dos últimos anos consegue explicar tal realidade.

Precisamente pela presença das falhas sísmicas nas regiões da Grande Lisboa e do Algarve, a subscrição da cobertura de fenómenos sísmicos é mais cara nessas zonas do país. Geralmente, o prémio referente à cobertura de fenómenos sísmicos é calculado numa percentagem sobre o valor do capital seguro, que varia, então, consoante a zona do país em que o imóvel está construído e ainda o seu ano de construção. Dependendo da política comercial da companhia, o capital seguro pode ser escolhido pelo próprio cliente, sem qualquer restrição, ou ser previamente balizado pela companhia, que pode dispor de algumas opções fechadas de subscrição. De uma forma ou de outra, tipicamente o preço a pagar pela subscrição da cobertura de fenómenos sísmicos será tanto mais elevado quanto mais alto for o capital seguro na apólice, ou seja, se pagar um prémio mais elevado receberá uma indemnização também mais elevada em caso de sinistro.

Para quem tem a sua habitação coberta por um seguro de condomínio, pode optar, com a concordância dos restantes condóminos, por incluir esta cobertura na apólice do condomínio, o que permite incluir todas as frações na abrangência da cobertura e partilhar o custo do prémio do seguro. “Caso a garantia faça parte da apólice de condomínio, o cliente não tem necessidade de a contratar individualmente para a sua fração”, explica Hélder Castro, da Direção de Designa e Gestão de Produtos da Liberty. “No entanto, a apólice de condomínio não garante o recheio das frações, daí a importância de incluir fenómenos sísmicos na apólice de recheio, pois só assim terá a totalidade dos bens garantidos em caso de sinistro”, acrescenta Hélder Castro.

Portugal continua, entretanto, sem dispor de um Fundo Sísmico, que socorra eventuais vítimas de terramoto com apoio para a reconstrução das suas casas. O projeto tem sido desde há muito reclamado por operadores da indústria seguradora, conhecedores do impacto que eventos desta natureza tiveram nas contas de outras seguradoras em países afetados por abalos sísmicos. O governo liderado por José Sócrates chegou a avançar com um projeto que não colheu, no entanto, o apoio da Associação Portuguesa de Seguradores, por discordar da forma prevista para a gestão desse fundo. A própria associação que representa os operadores chegou a desenhar um projeto alternativo, que submeteu a apreciação governamental. Mas a queda abrupta do governo socialista, que viria a ditar a intervenção do Fundo Monetário Internacional e a chegada da Troika a Portugal, remeteu os projetos para a gaveta e desde então não se conheceram novos desenvolvimentos. Volta a ficar, então, adiado um projeto que os especialistas consideram urgente para permitir, pelo menos durante alguns anos, uma capitalização suficiente para fazer face a eventuais danos avultados provocados por abalo sísmico. 

Texto de 16/04/2014 - retirado do Jornal OJE

sábado, 30 de maio de 2015

Seis em cada dez crianças entre os 6 e 10 anos deixam de utilizar os bancos elevatórios antes do tempo



A Fundação MAPFRE apresentou recentemente as conclusões sobre o estudo “Bancos elevatórios no automóvel. Até quando os podemos utilizar?”, com o objetivo de fazer um balanço dos conhecimentos que os pais têm sobre a necessidade dos seus filhos mais velhos continuarem a utilizar cadeiras de criança ou assentos mais altos. Além disso, seis em cada dez crianças com idades compreendidas entre os seis e os dez anos deixam de utilizar bancos elevatórios antes do tempo, de acordo com o relatório.

Neste estudo ficamos a saber que as crianças com essas idades estão expostas a um risco maior do que outros grupos etários quando viajam como ocupantes, sendo a sua taxa de mortalidade por milhão de habitantes (5,2) o mais alto de todos os grupos de idade. Os pais deixam de utilizar os sistemas de retenção específicos a favor dos cintos de segurança para adultos, que não se encaixam no corpo das crianças e reduzem assim a sua eficácia na hora de evitar/prevenir lesões.

Assim, a principal conclusão deste estudo é o desconhecimento que ainda existe sobre a utilização adequada dos sistemas de retenção infantil, pelo que é necessário melhorar os conhecimentos dos pais sobre a necessidade das crianças mais velhas continuarem a utilizar cadeiras de criança ou bancos elevatórios até aos 12 anos ou até que tenham mais de 1,35m. E, ainda assim, é preciso assegurar que o cinto de segurança se ajuste com toda a segurança no corpo da criança.

Neste relatório, explica-se que, para saber se um cinto de segurança se ajusta adequadamente, a faixa inferior do cinto tem que passar sobre os ossos da pélvis e não sobre o estômago da criança; a parte superior do cinto tem que passar por cima da zona do esterno e clavícula, sem ser demasiado perto do pescoço; e que a criança se pode sentar dobrando confortavelmente as pernas, de forma a não “escorregar" para a frente.

Saiba mais sobre este tema no site Segurança Rodoviária Infantil da Fundação MAPFRE, lançado recentemente em Portugal. 


Notícia retirada da NEWSLETTER N.º344 de 28 Maio 2015, da Mapfre Seguros

quarta-feira, 18 de março de 2015

Seguros são mais baratos do que ADSE para funcionários públicos solteiros e jovens


Apesar da crise, os seguros de saúde provados continuam a crescer. Com o aumento dos descontos para o dobro, a ADSE continua a ser vantajosa para casais com filhos, mas seguros compensam no caso dos funcionários solteiros e dos que ganham mais.



Com o aumento dos descontos para a ADSE, há funcionários públicos para quem é compensador, do ponto de vista financeiro, abdicar deste subsistema e optar por seguros de saúde privados. A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) fez contas e comparou a actual contribuição para a ADSE com os prémios médios dos seguros de saúde privados para concluir que o subsistema de saúde dos funcionários públicos é vantajoso especialmente para os casais com filhos, mas os seguros de saúde privados compensam no caso dos mais jovens, solteiros, sem filhos e ainda das pessoas com remunerações anuais mais altas.
"À medida que a remuneração anual aumenta, os descontos para a ADSE ultrapassam os prémios anuais cobrados pelas seguradoras”, explica a ERS no estudo Os seguros de saúde e o acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde que esta quarta-feira é divulgado.

A ERS avança com vários exemplos: “A partir de 3.154,71 euros por mês, pode compensar a um casal de 35 anos, com um filho de cinco anos, ter um seguro privado em vez de ADSE”, enquanto para “um casal de 45 anos com filhos de 17 e 12 anos os seguros compensarão apenas com um salário mensal superior a 6.536,93 euros”; se o funcionário receber o salário mínimo, o desconto para a ADSE é "o valor mais baixo a pagar", mas no caso de um salário médio (16.517 euros por ano) o prémio médio do seguro aos 30 anos é mais baixo.

Já os prémios médios dos seguros, no caso dos casais com filhos, são mais altos do que os descontos para a ADSE, mas só até ao salário anual de 44.166 euros (equivalente a 3.154,71 euros por mês); a partir desta remuneração, o prémio médio para um casal de 35 anos com um filho de cinco anos passa a ser inferior ao desconto para a ADSE, enquanto para um casal de 45 anos com filhos de 17 e 12 anos só fica mais baixo do que os descontos para a ADSE a partir de um salário de 91.517 euros por ano (salário mensal de 6.536,93 euros).

A ERS avisa, porém, que esta comparação não leva em conta vários aspectos importantes, como os encargos dos beneficiários com os co-pagamentos e os reembolsos nem as redes de convencionados. Também não são levadas em conta neste exercício as coberturas e as exclusões dos seguros de saúde privados.

Mais de 400 milhões de descontos em 2014

O certo é que, em apenas cinco anos, os funcionários públicos passaram a descontar mais do dobro para a ADSE. Em 2014, as contribuições para este subsistema de saúde dos funcionários públicos atingiram 411,9 milhões de euros, quando em 2009 totalizaram 201,7 milhões. De uma situação de dependência quase total do Orçamento do Estado passou-se para o inverso: a ADSE, que tem 1,25 milhões de beneficiários, terá gerado já em 2014 mais receitas do que custos e resta saber para onde será encaminhado este excedente. 
No memorando de entendimento assinado com a troika, estipulava-se que a ADSE, que foi criada em 1963, devia atingir a auto-suficiência em 2016. Este ano, além de já não consumir verbas directamente do Orçamento do Estado nem pesar nos encargos dos empregadores públicos, o subsistema de saúde é quase exclusivamente pago pelos descontos dos próprios beneficiários (3,5% das remunerações e das pensões). Mas isso acontece também porque os custos dos cuidados foram absorvidos na despesa do Ministério da Saúde a partir de 2010 (com a alteração ao nível da facturação do SNS à ADSE). “Ao longo deste período, observou-se uma gradual redução da responsabilidade pública no financiamento da ADSE, que hoje é quase exclusivamente financiada pelas contribuições dos seus beneficiários”, observa a ERS.

O que o estudo da ERS vem ainda provar é que, apesar da crise sócio-económica, os seguros de saúde privados continuaram a aumentar em Portugal - o volume de receita de prémios cresceu 45% entre 2006 e 2014. Destacando o “crescimento significativo” do mercado dos seguros privados - em 2013 havia quase dois milhões e 200 mil segurados, ou seja, 21% da população residente em Portugal -, a ERS não deixa de recordar que, ao mesmo tempo, o financiamento público das despesas em saúde mostrou “uma tendência de queda”. Terá sido esta tendência a levar “mais cidadãos a procurarem o financiamento complementar dos seguros”, reflecte.

Entretanto, a despesa privada aumentou 21% devido aos gastos das famílias (out-of-pocket) e à contratação de seguros privados. “As despesas directas das famílias são comparativamente altas, face às médias” da OCDE, lembra a reguladora. Em 2013, os pagamentos directos das famílias somaram 28% do financiamento do sistema de saúde, observa, frisando que a Organização Mundial de Saúde defende que a parcela da despesa total de saúde financiada por pagamentos out-of-pocket "não deve ir acima de 15 a 20%", porque, a partir deste limite, o número de famílias com "elevada probabilidade" de enfrentar "despesas de saúde catastróficas aumenta rapidamente”.

Artigo retirado do Jornal Público, de 18/03/2015